Postado por Priscila em 18 de fevereiro de 2009 na categoria
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#nossasenhoradeaparecida
Não posso negar que tenho uma paixão pelo Vin Diesel. Ai, ai, ele realmente desperta meu lado mulherzinha…Não vou fazer um texto sobre essa paixão, embora no mundo das idéias,aquele mundinho que o Platão criou, eu e Vin vivemos um romance de dar inveja a Jack e Rose.
Não falarei do Vin Diesel , escolhi esse tema por outra razão: hoje uma colega veio contar que durante as férias resolveu tirar a carteira de habilitação. Resultado: reprovou na prova de carro e passou na de moto. Comecei então a pensar nessa fase (década de 90) da minha vida. Digo fase porque fiz a prova de volante cinco vezes. Pausa para risos, piadas, para alguém proferir a famosa frase: “Mulher no volante, perigo constante” e para quem já me conhece elaborar uma face de espanto.
Nunca contei a ninguém esse meu feito. Sim, conto detalhes do meu romance tórrido com Vin para minhas amigas, mas minhas fraquezas escondo até do meu anjo da guarda.
Na minha primeira vez, me preparei bem, estava confiante, linda e perfumada. Sabia que o sucesso seria certo e que tudo sairia conforme planejado, pois embora fosse minha primeira vez, já havia treinado muito com minhas amigas. Resultado: Brochei! Foi foda mesmo! Cheguei ao Detran-go às 8:00 da manhã e quando fui convocada a demonstrar minhas habilidades já eram 14:00 hrs. Brochei mesmo, mas me senti apoiada por todos, afinal, aquilo nunca havia me acontecido antes.
Na minha segunda vez não me senti nada apoiada, além daquilo já ter me acontecido antes eu havia marcado uma viagem para a chácara de uma amiga e todos iriam comigo.
No Priscila 3 “A missão”, saí chorando mesmo. O clima na minha casa mudou completamente. Minha mãe, pessoa nada discreta, falou na lata: “Eu tinha 35 anos quando tirei minha carta, era no Serra Dourada, tudo era mais difícil, o carro era um chevette a álcool e eu não errei nada”. Nesse momento conclui que minha mãe era o próprio Chuck Norris ao volante.
Na quarta vez, posso dizer que fui programada para matar. Não, não estava nervosa, se foi o que pensaram, é que quase matei uma pessoa. Nunca vi mulher mais decidida e confiante… A prova se iniciou tranquilamente. Minhas pernas não dançavam sozinhas como das últimas vezes, o examinador nem perguntou se eu estava com frio ou se sofria de algum tipo de asma, e melhor ainda, não tive que parar para procurar o celular dentro da bolsa.
Quando fui informada que poderíamos sair do Detran nem acreditei, quase soltei o volante para bater palmas de alegria, mas me contive. Das últimas vezes eu mal dirigia 500 metros e já tinha que voltar ao estacionamento. Saí tão alegre, dirigindo o humilde corsa, que me tornei instantaneamente daltônica. O sinal estava vermelho, mas eu juro que vi a cor verde. Foi por um triz que não atropelei um passante.Viu como tudo sempre pode ficar pior? Nessa altura dos acontecimentos, minha mãe já queria me dar uma nova bicicleta. A pracinha era lugar proibido pra mim… Imagina só, se eu iria voltar a freqüentá-la de bike. Nunca!
Como o universo resolveu conspirar a meu favor, eu não sei, o fato é que minha mãe conheceu a esposa de um fodão do Detran-go e pediu um favorzinho pessoal pra ela, já eu, digo que o que essa mulher fez por mim foi um fenômeno não identificado, digno de ser pesquisado pelo padre Quevedo. E finalmente, na quinta vez … Pimba!
Tags:auto escola, carro, carteira, furiosos, mulher, tuning, velozes, vergonha
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Postado por Fabíola Ariadne em 12 de fevereiro de 2009 na categoria
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O Cassiano do Smokingpot me passou esse encrenca meme há quase um mês e só hoje me lembrei dele. Mas, não há um assunto específico,vejamos as regras:
1. Linkar o blog da pessoa que te indicou.
2. Escrever as regras do meme em seu blog.
3. Contar 6 coisas aleatórias sobre você.
4. Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post.
5. Ao publicar o post, avise aos a seus indicados, deixando um comentário em seu blog.
Já fui inquirida nesse meme, nem sei ao certo o que posso falar aleatoriamente sobre mim… Coisas aleatórias… seis.. eu… Isso não vai prestar! Hey ho, let’s go.
1.Eu não canto no chuveiro, mas em compensação dirijo cantando muito alto e só paro quando algum ônibus lotado de adolescentes para ao meu lado, caso contrário esgoelo até chegar ao meu destino final;
2.Eu já atropelei um cone, porque esse lance de roubar cone é muito old school. Palmas para a minha pessoa que não tem uma visão além do alcance.
3. Eu não tenho a menor vontade de saber se e o quê acontece conosco depois que morremos, pois tanto a ideia de que não há mais nada, quanto a ideia de que há, me causa arrepios.
4.Eu já salvei uma pessoa do seu lifestyle ridículo de ser. Ela era mal arrumada, idiota e sem auto-estima. Eu joguei fora seus trapinhos e ajudei no banho de loja, opinei sobre a nova cor e corte do seu cabelo, arranjei um emprego, um marido, dei um presente carésimo de casamento (que dividi em três pagamentos!) e antes de pagar a última prestação ela detonou a minha vida fazendo eu perder o emprego e contando meus segredos pela capital! E eu nunca me vinguei. Portanto, eu sou uma anja!
5. Eu não sei fazer arroz.
6. Mas, sei bordar
Eu disse que não ia prestar.
Agora chegou a vez do Gump, PriscilaMR, Núbia, Gobr e Eliezer. A última vaga vai para a Priscila aqui do dramático e orgástico, pois ela não vê a hora de contar para vocês sobre as suas aleatoriedades!
P.S. Explicação para o título: é a música do Roupa Nova que uma vez estava cantando no carro quando me confidenciaram que canto muito mal.
Tags:meme, Morrer, vergonha
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Postado por Fabíola Ariadne e Priscila em 5 de fevereiro de 2009 na categoria
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Bater em mãe? Usar sapato com salto de acrílico? Tatuagem de hena? Esquecer a carteira na hora de pagar a conta? Nada disso compara-se a vergonha que nós passamos no final de semana passado.
Fulana, amiga que não víamos há longas datas, nos ligou convidando para um churrasco na casa do namorado dela, onde iríamos ser apresentadas a alguns de seus amigos que, segundo ela, seriam “super gente boa”.
Vindo da fulana já sabíamos que o churras nos garantiria, no mínimo, risadas orgásticas. Mas, desta vez ela se superou. Eis que a visão do inferno surge na porta de minha casa.

A camionete do Máskara
Vocês tem noção do que sentimos ao ver um carro assim? Pra vocês, homens distintos seria o mesmo que ir ao aniversário do seu chefe com uma loira platinada, de calça saint tropez com a marquinha da parte de baixo do biquíni a mostra, a famosa marca de suspensório.
Mas não era só o “visual” da camionete, tinha mais. De repente, a coisa cresceu. Hahaha, ela tinha o que o dono orgulhosamente chamava de suspensão a vácuo.
E, ainda por cima, o carro dançava o Créu! O idiota começou a apertar o acelerador e a embregagem e num movimento completamente de sobe e desce, a carroceria começou a desenvolver a velocidade preferida da mulher melancia .E lá fomos nós seguindo o carro alegórico pelas ruas de Gyn city.
E sabe como isso terminou? Conosco dando meio volta na porta da casa do churrasqueiro explicando o porquê de irmos embora: -O poodle da minha tia acabou de falecer, tenho que ir embora. Beijonãomeliga. Estávamos cansadas e irritadas demais para assistir ao show de horrores.
Por favor, alguém nos explica o que leva os meninos a fazerem isso com o próprio carro. Por que alguém compra um carro alto para rebaixar? Por que alguém pinta de verde o próprio carro?
Tags:carro, churrasco, homens, tuning, vergonha
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Postado por Fabíola Ariadne em 9 de outubro de 2008 na categoria
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Essa história me envergonha muito, mas mesmo assim compartilharei.

Eu havia acabado de entrar no meu atual local de trabalho. Estava pagando cinco reais por dia de estacionamento. Os meus colegas deixavam os seus carros na rua e nunca havia acontecido nada. Pensei: cinco pilas por dia? Não, vou é parar o carro na rua também! E assim fiz no meu décimo dia de trabalho.
No décimo primeiro dia estacionei o meu possante novamente na rua e subi para minha sala. Trabalhei o dia todo e quando voltei ao local onde havia estacionado o meu carro não o vi. Gelei, dor de barriga imediata: -Dels, será que os fiscais levaram meu carro porque extrapolei a hora da área azul?
Perguntei para o caixa do estacionamento mais próximo se a fiscalização tinha passado por ali: -Não moça, passaram aqui hoje não e mesmo que tivessem passado, eles não guincham os carros, só multam. Meu chão sumiu. Roubaram meu automóvel! Ligar primeiro para minha mãe ou para a polícia?
Mãe: -Fabíola você não deixou em outro lugar? -Não mãe, só deixo aqui (aos prantos).
Polícia: – a senhora quer uma viatura no local ou vai até a delegacia de furtos e roubos? – Os dois moça.
E assim foi-se uma longa noite. Uma hora para a viatura chegar, mais uma hora para fazer o BO. Uma hora para chegar na Delegacia de Furtos e Roubos de veículos automotores, uma hora para registrar a ocorrência, uma hora esperando a impressora funcionar. Cansei e fui embora sem o BO impresso.
Isso tudo foi numa terça. Na quarta pela manhã retornei a delagacia de furtos e roubos e peguei o documento, em seguida fui à seguradora e entreguei a papelada necessária para começar o processo do seguro. Como no outro dia seria feriado e a sexta-feira seria enforcada, optei por pegar o carro reserva na segunda, pois eu só teria dez dias deste serviço e o pagamento do seguro poderia demorar até 30 dias e eu não queria ir de ônibus para o trabalho que fica a 17 KM da minha casa. E assim foi um feriado sem carro, de molho no meu doce lar, sem acreditar que roubaram meu veículo que me garantia o direito de ir e vir e que, de lambuja, os ladrões haviam levado a minha jaqueta linda e meu cd do Queen.
Segunda-feira cedo, no sétimo dia após o furto, a seguradora me manda um carro reserva. Vou para a labuta, pago cinco pilas de estacionamento e subo para o local que trabalho. A minha sala tem a parede externa de vidro e fica no décimo andar de um prédio. Ao sentar na minha cadeira, virei-me para a janela e fiquei olhando sem rumo para o horizonte. Olhar fixo na avenida Tocantins, uma das avenidas mais movimentadas de Goiânia, bem no centro da capital. Olho as árvores e vejo um carro azul igual ao meu. Insight. Dez andares de escadaria são descidos na velocidade 5 por essa anta pessoa que vos fala. Atravesso a rua e eis a visão: meu carro. Gargalhadas homéricas, orgásticas. Sim, eu havia estacionado o carro ali no dia em que pensei que ele havia sido furtado
….
Até hoje me pergunto como eu consegui isso. A lembrança que tenho de euzinha estacionando o carro naquele lugar é bem vaga.Essa história para mim é muito bizarra. Poxa, meu carro ficou sete dias parado numa das avenidas mais movimentadas de Goiânia, intacto, não roubaram sequer o fundo do som! E a polícia que faz a ronda do bairro não suspeitou de um carro parado no mesmo local por 7 dias consecutivos, sendo que durante os feriados o centro de Goiânia morre?
Poucas pessoas sabem dessa história. No meu trabalho ninguém sabe. Claro! Para uma recém-chegada isso seria caso de isolamento total: -aquela louca ali? Não confia no que ela diz!
O meu corretor disse que é normal pessoas ligarem para ele falando que roubaram os seus carros quando na verdade esqueceram onde eles estavam, mas diz ele, também, que essa situação não ultrapassa quatro horas. Várias pessoas já me falaram isso, porém dizem que o recorde de tempo de amnésia é meu. Aliás, não foi nem amnésia, porque se dependesse de eu lembrar o local em que estacionei pela última vez, o meu carro nunca mais seria encontrado. Foi sorte mesmo. Sorte de eu ter a mania de contemplar o infinito!
Tags:carro, esqueci, estacionei, roubaram, vergonha
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