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Uma fria

Postado por Fabíola Ariadne em 5 de junho de 2009 na categoria Sem categoria

muitofrio

Pelo twitter vejo que a friaca estabeleceu-se pelo Brasil inteiro, em alguns lugares chegou a temperaturas negativas. Pergunto, Dels, por que tanto frio nesse país tropical abençoado por ti e que tem uma nega chamada Tereza?

Eu gosto mesmo é do verão, a estação da perdição. No verão as pessoas ficam mais alegres, festivas, gentis, viajam e são mais honestas, em relação ao seu físico, não tem como camuflar os defeitos com casacos gigantes. Ponto para quem esta em forma! Ah, e no verão amores surgem!

Agora no inverno não. Passamos o dia encolhidos, tentando esquentar, às vezes em posições constrangedoreas. Tudo que queremos é ficar em casa, agasalhados. Se o tempo estiver fechado então, a tristeza bate. Sem falar que seu paquera/namorado resolve desenterrar aquele suéter azul marinho cheio de bichinhos brancos que ganhou da mamãe no inverno passado de mil novecentos e século vinte. Ou pior, você descobre que ele tem uma meia “social” roxa para ser usada com uma famigerada bota de couro de jacaré com bico de metal (#opassadocondenaalguém).

Não, definitivamente eu não gosto do frio.

agasalhado

Agasalho típico do frio, só faltaram as meias!

E não me venham com os chavões:

“Frio é bom pra namorar”. Não, não é. Namorar debaixo de cobertas não é legal, sufoca. Sem falar que a bunda, nariz ou qualquer outra extremidade ficam geladas e você toma um choque quando esta parte congelada entra em contato com sua pele quente.

“Frio é romântico, você sai para tomar vinho, comer founde”. Eu prefiro champagne e nada como uma taça dessa bebida dos deuses em uma tarde ensolarada ou uma caipiuva num dia quente. E founde de c* é r@#$. Essa comidinha suíça só serve para queimar sua boca, pois você tira a carne frita da panela e fica na dúvida: se colocar imediatamente na boca vai queimá-la, se esperrar esfriar a carne congela e de frio já basta a temperatura. Sem falar que você fica encolhida na cadeira do restaurante obrigando seu namorado alisar seus braços para ver se esquenta sob pena de ficar de bico a noite toda. Não, não é romântico.

“Frio é bom porque você ascende a lareira”. Então você não gosta do frio e sim de calor como eu. Ficar na beira da lareira, fogueira, crematório ou qualquer outra coisa quente é aconhegante sim, mas porque é quente. Quem gosta de frio deveria contemplar o gelo e não o fogo.

“As pessoas ficam mais bonitas, elegantes”. Claro, as pessoas se entopem de roupas, escondem as gorduras, celulites, manchas. Até os cabelos! Escondem a cabeleira em touquinhas “cool” verde do goiás ou preta do Corinthians. Ai, que chique! E a verdade é que quem é bonito e elegante continua sendo em qualquer estação.

E basta, eu não gosto do frio e pronto. Não me chamem para ir para Gramado, Campos do jordão ou qualquer outro lugar que neva em junho/julho.

E graças a Dels moro em Goiânia, onde o frio dura no máximo duas semanas, e  com intervalos! \o/

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Um ano de blogagem e twittagem

Postado por Fabíola Ariadne em 8 de maio de 2009 na categoria Sem categoria

bolo1anob

Hoje faz um ano que blogo e twitto. Sim, há exatamente um ano eu inventei esta moda. Confesso que foi por falta do que fazer.

Eu estava no meu trabalho, jogada em uma solitária salinha, lendo blogs quando tive a brilhante ideia de ter o meu próprio blog.

Primeiro eu pensei no nome. Egocêntrica e bobinha como sou, não poderia ter pensado em algo melhor do que fabiolaariadne. Depois fui lá no google e digitei “blog grátis” e claro, primeira opção: Blogspot. Plataforma fácil de trabalhar, lá fui eu mexer em todas as ferramentas disponíveis. Inventei, criei e me apaixonei. No mesmo dia criei o meu twitter, procurei por pessoas na minha cidade e pronto, nascia uma nova etapa em minha vida.

primeiratwittada

Minha primeira twittada!

Aprendi o que era layout, navbar, html, css, favicon… Depois inventei um nome para meu blog, mas sem mudar o endereço, passou-se a chamar “Eu preciso te contar”. Coloquei a foto de uma pin-up no cabeçalho, escolhi vermelho, branco e azul marinho como cores predominantes (estilo Navy) e … cansei desse blog!Não parei de postar, mas já pensava em algo melhor, com domínio próprio e plataforma mais sofisticada.

Então, sete meses após inventar meu primeiro blog, voltando de uma curta, porém orgástica viagem com minha amiga Priscila Linconl, criamos o Dramático e Orgástico. Importei meus posts do “Eu preciso te contar” para este blog e até hoje não tive coragem de mata-lo excluí-lo do blogspot.

Durante esse período de blogagem escrevi no superafim e escrevo no blogoianada.

Enfim, graças a feliz ideia de blogar e twittar conheci novas pessoas e opiniões, a melhor parte disso tudo.  Até no jornal eu apareci por conta desta “brincadeira”! Já tive momentos dramáticos por causa deste blog, momentos que com certeza embranqueceram alguns fios da minha cabeleira, porém, a maioria das ocasiões foram orgásticos.

Muito obrigada a todas as pessoas que passam e já passaram por aqui, tudo o que vocês já comentaram ou disseram pessoalmente foi de grande valia.

E que venha o segundo ano ;)

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Eu só quis dizer…

Postado por Priscila em 8 de abril de 2009 na categoria Sem categoria

ciriloUma vez quase terminei um namoro por causa do Vin Diesel. Ganhei uma revista onde a capa era uma foto do perfeito-ator-gato-gostoso, recheada com inúmeras imagens dele sem camisa, se é que algum dia ele já vestiu uma. Os invejosos dizem que ele é careca e a única coisa que ele tem pra oferecer são os músculos.Discordo. Aquela voz também é tudo de bom. Ah, e o que mais nós queremos? Ele tem personalidade, pegada e cara de mal.
Meu namorado tomou a revista das minhas mãos, jogou-a em cima da casa e ainda me proibiu de contar o feito pras minhas amigas. Agora me pergunto: Qual a graça de ter amigas se não falamos mal do nosso namorado pra elas? As minhas sabiam até a extensão do pênis do pobre coitado… Por que também não saber de uma cena digna de uma criança de 5 anos? Nem pensei duas vezes. Contei e fiquei uma semana sem falar com ele. Não achei graça nenhuma em ficar sem minha revistinha. Acho que tudo tem limite, com exceção da minha obsessão por sapatos e o número de dígitos que gostaria de ter na minha conta bancária.
Dei muitas voltas, mas é bem aí que quero chegar. Orkut, blog, twitter são formas de colocar todos a par do que nos acontece. Disponibilizamos informações de nosso cotidiano de forma dramática, orgástica ou até mesmo, desinteressante. Aproveitamos para engrandecer ou envergonhar nossos amigos, já que nesse meio todos são íntimos.
No orkut mandamos beijinhos, parabenizamos, escrevemos depoimentos e desejamos um ótimo final de semana para pessoas que mal conhecemos. Por outro lado, também podemos deixar alguém muito envergonhado nos auto afirmando de maneira covarde ou infantil. Acredito na máxima: “Não faça aos outros aquilo que não gostaria que fosse feito com você”.
Acredito, mas nem sempre coloco em prática. Porém,eu jamais jogaria fora a foto autografada que meu ex tinha da Mel Lisboa, jamais! Afinal, quem guardaria uma foto autografada da Mel Lisboa? Deixa quieto.
Difícil estabelecer um limite para tais brincadeiras, mesmo porque faço parte do time “bateu, levou”, mas com um pouco de bom senso qualquer um consegue perceber que o limite é o respeito, e que todos, independente de qualquer coisa, merecemos ser respeitados. Com exceção é claro, das mulheres que usam sandália com salto de acrílico. Por outro lado, também existem os coitadinhos: pessoas que adoram uma brincadeirinha, mas quando alguém responde a altura ou realmente dá um nocaute, esse se coloca no papel do eterno injustiçado, se transformando, de garoto enxaqueca a Cirilo da novela Carrossel, num eterno: “Eu só quis dizer”.
Ter maturidade e bom humor para aceitar brincadeiras é um aprendizado muito importante que levamos por toda nossa existência. Pedir desculpas é também algo muito digno, já que a vida nos oferece oportunidade de experimentar os dois lados da situação.

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Os descobridores do twitter e a gentalha

Postado por Fabíola Ariadne em 26 de março de 2009 na categoria Sem categoria

baleia-twitterHá alguns dias venho acompanhando o #mimimi dos twitteiros sobre o crescimento do Twitter no Brasil. A maioria, aliás, todos os comentários que vi foram de chacota, achando ruim o crescente número de brasileiros na rede social, parafraseando uma merda de banda, o pensamento dominante seria este: meu, tu não sabe o que aconteceu, os caras do orkut invadiram o twitter!

Como se os usuários que estão atualmente no Twitter fossem melhores do que os que ainda chegarão. Não dá, eu não consigo entender o porquê dessas pessoas quererem tanto que os meros mortais continuem excluídos da rede social do momento.

Por que o twitter irá virar uma titica se o porteiro do meu prédio criar uma conta? Por qual motivo plausível alguém excluíria sua conta no twitter se  o cliclano que mora lá na Vila Papel criar um perfil e escrever:  “óia eu aqui mano”? Seria por causa do velho jargão “não se misture com essa gentalha”?

Por favor, alguém me ajude a entender a “lógica” que permeia esses pensamentos dominante no Twitter? Isso, se existir.

É tão simples. Fulano é analfabeto e só escreve idiotice? Eu não vou segui-lo, pronto. Simples assim. Mas vai que esse fulano me siga, o que posso fazer por ele? Talvez não seja a oportunidade para fazermos o que nos é ensinado desde o jardim da infância, ajudar o próximo? Escrever coisas úteis, compartilhar bons textos e até piadinhas, porque ninguém é de ferro. Quem sabe o fulano não aprenda algo com o seu “guia” e se torne um dia tão cool quanto ele, pioneiro do Twitter, espécie de Pedro Álvares Cabral twitteiro.

Eu não sou uma pessoa politicamente correta. Leio o GTO, dou risadas orgásticas das pérolas escritas nos fóruns de discussões, mas isso não faz de mim melhor que os outros. Até porque não sei de tudo e posso soltar uma pérola em algum asunto o qual não domino.

Sinceramente, na minha opinião, não querer que as pessoas com pouca escolaridade, instrução ou nível “$ócio-econômico” baixo adentrem ao twitter é igual a não deixar as empregadas domésticas usar o elevador social.

Negar ou ser contra a inclusão da “baixa-renda” nas chamadas “novas redes sociais” é preconteituoso, é elitista, é mesquinho.

Pensem nisso!

E follow me!

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