Postado por Priscila em 10 de fevereiro de 2010 na categoria
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Para Raul, o Sr. Errado. Deliciosamente errado. Que me faz querer errar sempre…
De hoje em diante quero fazer errado!
Quero acabar com aquela velha história de sempre ter que acertar.
Vou começar desprezando minha camisa branca preferida, que sempre me deixa escrava da perfeição. Se ela amassa, tenho logo a certeza de que minha reunião será um fracasso. Pra mim, ela sempre funciona como um imã para o molho de tomate, o sorvete de chocolate ou aqueles dias que nem o mais potente ar condicionado nos impede de fabricar aquela mini pizza nas axilas. Sim, já fui escrava de uma camisa branca, mas agora percebo, elas são certas demais para mim.
O que não consigo entender é quando a vida começa a impor o quão certo devemos ser. Acho que é na escola, onde não podemos escrever fora dos pontilhados, só ir ao banheiro quando a tia deixa, e o pior de tudo, fazer a prova toda certinha, senão é zero. Sei lá… Também pode ser na família, onde temos que andar precocemente aos 9 meses, ser mais bonito que o filho do vizinho e aprender a ler antes dos nossos primos, senão… Está tudo perdido. Não somos mais motivo de orgulho. Erramos.
Uma coisa é certa: desde que nascemos somos forçados a acreditar que tudo sempre dever ser feito da maneira mais certa possível e se assim não for, não temos mais a garantia da felicidade. Por isso, nada de sexo no primeiro encontro, se a noiva for vista pelo noivo antes do casamento, já era, os dois não serão mais felizes para sempre. Perde se muito tempo pensando em como ser feliz sem ser espontâneo. Sempre fui muito certa para entender o quanto o errado é valioso.
“Estar sempre certo é algo solitário.” Reforço: solitário, sem graça e pretensioso.
De hoje em diante está decidido: o apego aos detalhes já não existe mais. Vou errar pra valer. Vou pegar na mão, abraçar, chegar atrasada e o melhor, parar de esperar que as pessoas se comportem sempre da maneira certa. Adeus Priscila Certinha. Experimentarei agora o doce gosto do errado.
Tags:Amor, errado, homens, mulher
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Postado por Fabíola Ariadne em 28 de janeiro de 2010 na categoria
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Ainda bem que não começaram os chás-de-divórcio!
Quando eu fico de férias eu fico de férias mesmo. E dessa vez as férias do blog foram maiores que as do trabalho, na verdade não foram férias e sim falta de assunto, falta de vontade mesmo. Mas hoje, dia que fiz o balancete dos meus gastos do ano passado ( sim, sou quase uma firma), interrompi minhas férias bloguísticas e vim até aqui compartilhar com vocês o meu choque com os valores que gastei no ano passado com presentes de casamento. Todo mundo casou e todos, claro mereciam ótimos presentes.
Porém, essa desculpinha que todos usam ao presentear um aos outros de que é um agrado sem terceiras intenções é balela. Todos nós queremos ser retribuídos, e no mínimo na mesma altura. Funciona assim, se dou um presente de aniversário para A,B e C, eu espero que no meu aniversário A,B e C me presenteie também. E assim caminha a humanidade.
Ocorre que em relação a presentes de casamento a regra poderá não ser seguida. Por que? Porque eu posso não me casar, arcando então com anos e anos de prejuízo. Isso sem falar nos reaizinhos gastos com vestidos e salão de beleza.
Por isso gente, neste início de ano, época em que a gente faz planos eu já tenho um que é totalmente contrário a tudo que já falei neste blog (traindo o sistema again): eu quero me casar sim, para evitar o prejuízo.
Tags:Amor, casamento, homens, mulher
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Postado por Priscila em 21 de janeiro de 2010 na categoria
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Já prometi mais de mil vezes que não assistirei aos telejornais, mas essa é uma promessa difícil de cumprir, e como já disse meu amiguinho: “Eita promessa desgraçada, eita promessa sem jeito.” Por isso, pra mim, os telejornais são como pipoca e BBB, mesmo quando você não quer, acaba experimentando.
Um dos motivos para tal promessa é que não suporto mais presenciar tanta violência, em todos os seus aspectos: físico, moral e social, embora a que mais me assombra é a violência física praticada de maneira covarde, impedindo assim a defesa da vítima. É sobre esse tipo de violência que pretendo falar.
Quem nunca ouviu a famosa frase: “Um pouquinho de ciúmes tempera a relação.” Pois é, tempero na relação dos outros é refresco. O ciúme tem levado pessoas às mais assustadoras formas de violência contra seus parceiros. Um grande exemplo foi o fato que aconteceu ontem: o assassinato da dona de um salão de beleza em BH pelo ex companheiro, que foi presenciado por clientes da vítima e registrado por câmeras que a mesma mandou instalar para tentar se proteger de alguma forma,já que 8 boletins de ocorrência haviam sido registrados mencionando as ameaças do agressor. Me lembrei agora do também ditado popular “Cachorro que ladra não morde.” O cachorro latir já é o primeiro indício de que ele será sim, de alguma forma violento, portanto aproveitemos pra fugir.
Como podemos então nos proteger desses cães raivosos? Quais são os primeiros indícios de que nos farão mal? Seria possível evitar ataques de fúria como esses? Não sei, mas acredito que o ciúme e o sentimento de posse sejam os primeiros sinais de que alguém pode sim ser muito violento conosco, já que tal sentimento sempre vem acompanhado de muitos outros nada nobres, como por exemplo: insegurança, vaidade, raiva, medo e humilhação. Viu como é sério? Por isso, na minha opinião não existe uma forma positiva de sentir ciúmes e de forma alguma ele pode favorecer um relacionamento, seja ele de qualquer natureza. Digo não poder favorecer por fazer com que uma parte se sinta diminuída. Simples assim.
Otelo é um ótimo exemplo literário e se não me engano, também há um filme brasileiro, estrelado por Patrícia França e Toni Garrido relatando a história de ciúme e tragédia. Recomendo.
Meu ponto de vista pode parecer demasiadamente exagerado, mas prefiro acreditar que não devemos subestimar os sentimentos alheios, pois assim evitamos nos surpreender de maneira negativa e irreparável.
“Os ciumentos não precisam de motivo para ter ciúme. São ciumentos porque são. O ciúme é um monstro que a si mesmo se gera e de si mesmo nasce.” (William Shakespeare)
Tags:Amor, ciúmes, homens, mulher, vergonha
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Postado por Priscila em 10 de dezembro de 2009 na categoria
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Dizem alguns que “o amor é cego”. Mentira! Concordo que a paixão seja cega. O amor é no máximo míope. Quando estamos apaixonados não conseguimos ver nada além de sexo bom, sexo bom e orgasmos bons. Nada mais importa… Já o amor é bem menos interessante. Conseguimos ver os defeitos do amado e ainda aceitá-los. Viu como a teoria tem sentido. É miope e pronto!
Pretendo falar sobre relacionamentos e a maneira feminina de lidar com os mesmos. A esperança que nos cerca é algo deprimente. E sse tal sentimento de que todo homem pode ser mudado e transformado de acordo com a quantidade de amor e atenção que dispensamos ao mesmo é irreal.
Uma vez amei um rapaz, e, logicamente, via todos os defeitos dele. Daí a teoria. Passei 3 anos tentando mudá-lo. Como boa professora que sou tentei ensiná-lo sobre a arte de ser confiante, a delícia de um relacionamento onde podemos confiar um no outrol, a grandeza do respeito à individualidade e a necessidade da moça em ir ao shopping com a melhor amiga apenas para comprar sapatos. Perda de tempo total, pois quem aprendeu foi eu. Aprendi que , ou você ama a pessoa do jeito que ela é ou você vai ficar “batendo cabeça” pra sempre, pois algumas pessoas simplesmente não merecem o exercício da dedicação. Merecem ser como são, simplesmente isso!
Depois dessa deliciosa e desastrosa experiência comecei a exercer bem menos a minha esperança. Se não gosto do jeito que o rapaz chama o garçom pra acertar a conta já é motivo pra eu nunca mais vê-lo, embora perceba que se ele acerta a conta sozinho, já está no caminho certo. Sei que não mudarei isso e sei também que a ação continuará a me chatear, portanto END nele. Esse é apenas um exemplo, um simples exemplo. Posso citar outros, como por exemplo: odeio homens de cavanhaque, inseguros, palitantes de dentes, sapatos pé de ferro e a pior das espécies, os exibicionistas. Sem mais comentários. Não quero que os rapazes se sintam mal ao ler esse texto, afinal, não sou nenhuma referência quando se trata de escolher homens. Apenas não gosto de alguns comportamentos e ponto.
Sei que na atual conjuntura da nossa cidade, nós, mulheres, não podemos nos dar ao luxo de escolher tanto, mas prefiro passar alguns momentos sozinha fazendo coisas que gosto a estar acompanhada e eternamente irritada e preocupada com o comportamento alheio ou o meu próprio.
Portanto, moça, se você gosta do rapaz, deixe-o ser como é, e viva apaixonada. Faça com ele um sexo extraordinário, troquem beijos que nunca acabam e te deixam você com as pernas bambas, sinta o frio na barriga toda vez que o telefone tocar e viva o HOJE, ou troque tudo isso por dormir de conchinha e beijos mornos ao som da trilha sonora de Lua Nova.
P.S. Este é um texto fictício, qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência. Os personagens são … Blá, blá,blá! A verdade é que não pretendo ofender nenhum rapaz com as citações acima, mas sabe aquelas individualidades que sabemos ser irrelevantes mas mesmo assim não conseguimos evitar? Pois é… Essas são as minhas. Agora, se eu fosse um homem escreveria o quanto odiaria uma mulher que deixa a marquinha do biquini evidente, salto de acrílico, strass nos dentes e o pior, mulher que cheira o dedo.
Glossário:
Palitanes de dentes: pessoas iludidas e porquinhas que acreditam que com um símbolo fálico (fraquinho, porém fálico)deixarão suas bocas limpas. Mal sabem elas, que a madeira utilizada para o palito não é de madeira reflorestada e que a cabaninha (ato de esconder o palito) não engana ninguém, afinal, nós mulheres, sabemos o que vocês estão fazendo, ao menos nesse caso…

Cheirar o dedo: ato de limpar o nariz em público, cutucar as cavidades nasais por pseudo higiene ou puro tic nervoso.
Tags:Amor, estranhos, Goiânia, homens, mulher, vergonha
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Postado por Priscila em 7 de dezembro de 2009 na categoria
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Se eu estivesse escrevendo há exatamente cinco anos sobre o Natal, com certeza seria um daqueles posts ácidos e malvados… Mas daqui pra frente tudo vai ser diferente e como diz Lulu Santos, vou aprender a ser gente. Brincadeiras a parte, estou ansiosa pela chegada do bom velhinho. Já pendurei em minha janela uma meia (só preciso me cuidar para que ela não seja roubada, pois é uma fio 40) e na semana que vem estarei matriculada em um curso sobre enfeites natalinos.
Pretendo presentear todos aqueles que amo com um uma lembrança feita por mim. Gente, baixou um espírito de anjinho em mim, por isso estou escrevendo essas coisas… Só pode!
Que nesse Natal todos vocês possam valorizar tudo de bom que aprenderam durante esse maravilhosos ano, pois nada melhor que aprender e viver!
Sortearei aqui no Blog uma guirlanda de balas (gente, é bala de morango,ok?) feita pelas minhas mãozinhas escrivinhadeiras de textos maldosos e twittadas ofensivas.
Pra ganhar esse símbolo do Natal, que como vocês já sabem, é um símbolo de saúde, segundo dos antigos romanos, você só precisa deixar um comentário.
Happy Christmas!!!
Update!
O sorteio acabou de ser realizado pelo random.org e a felizarda foi a Renata, número 4! Em breve foto da entrega natalina!

Tags:Amor, férias, gula, mulher, natal
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