Postado por Priscila em 1 de maio de 2010 na categoria
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Engraçado o dia do trabalho ser considerado feriado… É isso aí, no dia do trabalho, descansamos.
Já ouvi que o trabalho dignifica o homem, não sei se foi na Bíblia ou na Veja, mas pra mim dá quase na mesma. Não acredito muito… Quanto ao fato do trabalho trazer dignidade acredito sim. Produzir é bom, se sentir útil também. Algumas pessoas não concordam, mas o grilo não é contra o trabalho, mas sim contra o patrão. Acho que o limite da dignidade choca com a idéia de exploração. Se sentir explorado é foda mesmo. Concordo.
Adoro o meu trabalho e nesse ponto sei que fiz a escolha certa. Estar em uma escola é uma experiência meio que louca mesmo. Surge de tudo. Gente doida, normal, bonita, feia, gorda, magra, brava, sonsa, deficiente, incoerente, pobre, rica, grosseira e gentil. Agora imagine todo mundo junto no mesmo espaço. Pra mim essa é a beleza de tudo. A riqueza da interação e do aprendizado. Mas como nem tudo são flores, infelizmente, os professores precisam trabalhar os três turnopara conseguir um salário digno, e é aí que o bicho pega e tudo se torna chato. Nos submetemos a cargas horárias exageradas, alguns para suprir necessidades básicas, como comida, já outros para adquirir o último lançamento do celular, do tênis da moda, ou a tão sonhada casa própria com o carro zero na garagem. Não critico, até entendo, afinal pertenço às duas classes citadas.
Deveríamos trabalhar o suficiente para termos prazer no exercício da função, seja ela qual for e não para suprir necessidades básicas, secundárias e terciárias. Sei que para a maioria das pessoas não é uma opção, mas sim uma necessidade. Talvez a opção por uma vida mais simples, seja também o caminho para maior satisfação na função desempenhada. Isso é claro, se os salários não fossem tão baixos, os empregos não explorassem tanto as pessoas e as coisas não fossem tão caras. De qualquer forma, agradeço por poder optar por trabalhar menos, levar uma vida mais simples, tomando menos champagne, comprando menos sapatos, mas em contra partida, tendo tempo para namorar, pedalar, internetar, dormir e o mais importante, ser feliz!
Agora, se vocês me dão licença, preciso bater meu ponto.
Tags:trabalho
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Postado por Priscila em 28 de abril de 2010 na categoria
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“Parabéns, parabéns, hoje é o seu dia que dia mais feliz...”
Que a feiura é o grande denominador comum da minha família não é segredo pra ninguém, mas agora, possuimos mais um mérito: somos campeões na arte de constranger uns aos outros. Minha prima que o diga.
No último sábado resolvemos todos da minha casa, e isso inclui 12 pessoas, fazer uma festa surpresa para uma prima que reside em uma pequena cidade do interior. A surpresa seria comemorar seu aniversário bebendo cerveja, assando carne, contando piadas sem graça e terminaríamos a noite comendo uma torta de padaria. Até aí tudo perfeito. Bem ao nosso estilo. Quando cheguei, grande parte das pessoas da minha casa já estavam lá, algumas do lado de fora do portão. Logo me veio o seguinte questionamento: isso é uma festa ou um velório? Bem, na minha família, isso não faz muita diferença, já que nos comportamos da mesma forma em ambos os eventos, com exceção da cerveja, claro.
Logo na chegada fui informada pela minha mãe que a aniversariante recebeu a todos e saiu para atender o celular… Nesse meio tempo ouvi buxixos de que ela e o marido haviam tido um arranca rabo e que ele havia sugerido que ela deixasse a casa. Coisas de casal bem resolvido, que ainda brigam por que o homem faz uso excessivo do messenger. Sempre achei que o marido dela é o tipo de homem que atraem as garotas que querem ferrar com os pais. Deixa pra lá.
Começamos a preparar a churrasqueira, colocar a cerva no freezer e nada da dita cuja aparecer. Passaram-se uma, duas, três horas e ela, com certeza, havia se embriagado com seu chá de sumiço na casa de alguma vizinha fofoqueira que adora demonstrar caridade perantea desgraça alheia. Comemos, bebemos, sorrimos e como fazemos parte da classe média fingimos o tempo todo que tudo estava bem. Mas o que não teve preço era a cara do maridão toda vez que algum vizinho chegava e perguntava: “Cade a aniversariante?” Impagável!
Foi a primeira vez que festejei um aniversário sem aniversariante. Quer saber? Gostei! Não teve o constrangimento dos parabéns, onde a pessoa nunca sabe onde colocar as mãos. Se bem que eu, no lugar dela, colocaria as minhas na cara do marido autoritário. O pior, foi conter a curiosidade, mas tive que esperar até o dia seguinte para descobrir onde ela estava e o que posso dizer pra vocês e que o casamento anda muito bem e obrigada. Já o computador, esse descansa em paz.
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Postado por Fabíola Ariadne em 23 de abril de 2010 na categoria
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E aí que a vida andava meio chata, quadrada, mas eis que surge um convite da Ambev para participar do lançamento do novo produto lá na capital federal.
Fiz as malas correndo e fui!
Logo na entrada da festa vejo isso:

- Homem estufado. WTF?
Homem estufado? Homem estofado? Homem?
A única pista era o símbolo redondo da skol! Mas, logo em seguida o segredo foi desvendado, era o lançamento de um novo conceito de cerveja, a skol360º, a cerveja que não empapuça, nem deixa você estufado, que possui bebabilidade e, portanto, evita que você vire o homem baiacu ali de cima. - Atenção amigos barrigudos, novo apelido em vista!
Foram apresentadas para os convidados todas as formas de propagandas que divulgarão o novo produto e a que mais gostei foi o comercial para a televisão, muito divertido, tenho certeza que as expressões bebabilidade, estufamento e homem baiacu vão pegar.
A ideia é mais ou menos a seguinte. Sabe quando você vai para uma festa, churrasco ou mesmo um barzinho e se entope de tira-gosto e cerveja e fica com aquela sensação de, como diria minha mãe, empanzinamento? Estufamento? Então, a promessa da nova marca é essa, evitar a sensação de estufamento. A gerente de inovação, Diana Maranhão, me garantiu que não houve alteração do teor alcóolico, dos produtos e que a cerva não é light, mas é claro que não falou o segredo da “leveza”.
Claro que degustei a cerveja acompanhada de vários petiscos deliciosos: bolinho de queijo, salgadinhos folhados, filezinho ao molho com farofa de banana, queijos… Ai, ai, ai, passei bem viu. E ainda teve show dos Spyzer, um grupo (não sei se devo chamar de banda) muito bom que inova na música eletrônica, tocam uns instrumentos bem diferentes e também cantam. Adorei, e olha que não sou fã de música eletrônica.
Enfim, foi muito bom, gostei de tudo e de todos que conheci e fiquei bem feliz por este blog ter me proporciado tudo isso.
Ah, e a skol 360º estará a venda somente em Goiás e Distrito Federal, pois fomos premiados por sermos o mercado com maior índice de liderância da skol, portanto leitores orgásticos, depois de experimentarem a nova cerveja voltem aqui e comentem se viraram homens baiacus ou não.
Tags:bebabilidade, cerveja, skol 360º
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Postado por Fabíola Ariadne em 20 de abril de 2010 na categoria
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Sinceramente eu não sei o porquê do brasileiro reclamar tanto do SUS, Sistema Único de Saúde.
Há um tempo estive in loco para conferir o atendimento e achei ótimo, simplesmente por só dispor de médicos do tipo House. O “doutor” olha para você, o doente, pergunta os seus sintomas, não toca no seu corpo, nem sequer mede sua pressão e em menos de 1 minuto lhe dá o diagnóstico e a cura para o seu mal! É Princeton-Plainsboro no Brasil, no caso CAIS do Bairro Goyá. Deve ser por isso que não havia médico no primeiro CAIS que procurei, o do Bairro Novo Horizonte, não dá para manter dois Princeton-Plainsboro numa mesma cidade, seria muito luxo, desperdício né?
E não pára por aí a excelência do serviço de saúde. Vocês acreditam que as instalações observam a tendência de resgatar o passado? É um revival da década de 50, 60, os movéis são iguais aos que aparecem na cena em que Don Corleone sofre um atentado dentro de um hospital americano da década de 60! O problema é que dentro do armário não tinha nenhum instrumento médico ou medicamento, mas por que um House da vida usaria isso, não é?

"Vou fazer-lhe uma oferta que não poderá recusar" Don Corleone
A mesa do atendente na portaria também é “da moda”, um objeto no style minimalista. Computador? Não combina com a decoração retrô! O atendente, um senhorzinho, mas bem zinho mesmo, anota tudo numa ficha, que provavelmente deve ser jogada fora um segundo depois de você deixar o CAIS (Centro de Atenção Integral à Saúde). Se vc voltar no outro dia preencherá tudo novamente!
E para terminar, deixo aqui o meu testemunho de que os servidores do Princeton Goianiense são muitos atentos à economia. O uso daquela agulhinha fininha com um tubinho, parecido com um soro (desculpem porque eu realmente não sei o nome disso) só é feito após verificar que o paciente não possui condições físicas de suportar uma injeção, por exemplo, após ter quatros veias estouradas. Pensem na satisfação housaniana!
Eu suponho que se a Prefeitura chamasse o Doctor House para trabalhar aqui ele viria em um minuto, vocês não acham?
Tags:Cais Goiânia, house, saúde, SUS
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Postado por Fabíola Ariadne em 7 de abril de 2010 na categoria
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No ano passado fiz esse post sobre um velho senhor texano rico que procurava jovem diplomada para casar e fazê-la feliz.
Hoje quando fui ler o jornal, susto! O conterrâneo de Bush morreu! Enfartou e só foi encontrado dois dias após a sua morte por uma amiga que praticamente arrombou a porta. Ao que tudo indica ele continuava solteiro. Logo, concluímos que Priscila Linconl alguma moça jovem de 21 a 35 anos, confidente, de boa família e diplomada poderia estar rica agora!

Taí algo dramático, a solidão!
Tags:Amor, homens, Morrer, solidão, vergonha
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