Dá zero pra ele!
Aniversário é uma data muito especial na vida de cada um de nós, principalmente para aqueles que ainda não tem problema em relatar a idade. Para os que se envergonham dos números mando um aviso: a Glória Maria esconde a idade até da sua própria mãe, mas todos sabemos que ela é velha pacas.

Oh Glória!
Na adolescência eu começava uma contagem regressiva para o grande dia dois meses antes, pois era o tempo necessário pra lembrar minha mãe que eu ficaria mais velha (como se fosse necessário), para escolher o presente que eu iria ganhar e para… É, acho que era só pra isso mesmo.
Minhas festinhas eram simples e comemoradas na minha casa mesmo, com refrigerante e uma abundância de tortas deliciosas. Disso ninguém pode reclamar. Como não servíamos bebidas alcoólicas, nunca vivemos uma situação constrangedora. Ah, como sinto saudade daqueles aniversários normais…
Em abril deste ano, uma estagiária da empresa que trabalho me convidou para comemorarmos seu aniversário em uma boate bem famosa aqui de Goiânia. Mesmo gostando muito dela, não fui. Não sei bem o motivo, mas o fato é que não fui.
Na segunda-feira, toda cheia de culpa, fui perguntar como tinha sido a festa. Ela me relatou que foi ótima. Todos dançaram, beberam, menos ela, claro. Sim, ela é o que os conservadores chamam de boa moça. Daquelas que vão à missa aos domingos e não bebem de jeito nenhum. Disse também que assim que chegou a boate notou a presença de uma aluna e conversa vai, conversa vem, a aluna disse que era esposa do DJ e que tocaria as músicas que ela gostasse. Minha amiga, é claro, achou o máximo. Lá pelas tantas da madruga o DJ anunciou que a casa estava com um tequileiro especial naquela noite, que era um rapaz lindo e ex global. As mulheres ficaram todas enfurecidas e minha amiga começou a gritar: “Chama eu!!!” E não é que o DJ chamou mesmo ela. Nesse momento a boate parou pra ver minha amiga sentada na cadeira esperando pelo tal “tequileiro famoso”. Quando o tequileiro finalmente entra, a boate se transforma em um grande palco de risadas, pois o gatão nada mais era do que o anão que trabalha na casa de dança fantasiado de tequileiro. Coitada!

Mas o pior ainda estava por vir… O anão dançava todo sensual e a coitada fingia naturalidade pra não parecer malvada. Gente, o anão audacioso ainda segurou a cabeça da minha amiga e simulou sexo oral. A coitada quase morreu de vergonha, os amigos que ela convidou quase morreram de rir e eu, é claro, quase morri de arrependimento de não ter presenciado essa cena, pois ao invés de um texto, vocês estariam vendo agora o vídeo desse aniversário nada normal.


Causos de dona Priscila hauhauah
Pseudo sexo oral de anão não é nada próximo do que eu já presenciei em baladas X pelo mundo a fora. Fariam o filme “Se Beber, Não Case” parecer história infantil perto do que já vi hauhauahu
Coitada da garota. Deve ter pagado o maior mico de toda a vida dela e bem no dia do aniversário. Isso sim, eu chamo de festa bizarra, hehehe.
Pois é, quis bancar a espertinha e se deu mal, rsrsrsrs