Saga Pedagógica
Sugeri para a empresa que trabalho um congresso que aconteceria em Brasília. Os chefões toparam. Lá fomos nós, as chefinhas e as psicólogas. Total? Oito mulheres em uma van. Diversão garantida. Na minha cabeça e no MP4 cor de rosa, a trilha sonora era “Uma louca tempestade” na voz de Ana Carolina. Linda canção! A sensação de liberdade era tão grande que comecei a questionar o motivo de trabalhar tanto e não ter tempo nem para ouvir minhas canções preferidas. Deixarei o capitalismo explicar.
Chegando lá: recepção fuleira, cheirinho de mofo, cobertor sapeca nigrin e nenhuma tomada pra notebook. Sabem o que era? O hotel que reservamos pela net. Ledo engano quando pensei que photoshop era o melhor amigo só da Susana Vieira e da Ana Maria Braga. As fotos do hotel nos enganaram direitinho. Depois de uma ofensa ao funcionário e vários piadas não compreendidas (para minha sorte, claro) saímos arrastando malas pelas ruas da cidade. Cinco minutos e vários comentários depois, estávamos em um lindo hotel. O melhor de tudo é que fechamos pelo mesmo preço da espelunca anterior. Nos acomodamos. Saímos, comemoramos o aniversário da psicóloga da minha unidade, bebemos, comemos e dormimos.
Um dia depois… Uma corrida maluca por táxis, motoristas mal educados, garçonetes preguiçosas, me estressei… Não que eu não goste de Brasília, ao contrário, amo essa cidade, mas desta vez os atendimentos deixaram muito a desejar. Em contra partida, o congresso foi maravilhoso e confirmou que estou sim no caminho certo. Escutei pessoas que admiro muito. Pessoas cujas idéias me “arrebataram” desde que comecei o curso de Pedagogia há 10 anos.

Estes aí, no meu momento tiete, são: Max Haetinger que me conquistou pela paixão e entusiasmo pela educação; Celso Antunes que aguça o meu lado crítico e justo, que reconhece e defende que o professor necessita sim rever sua atuação de maneira a avaliar melhor, incluir verdadeiramente, interagir e planejar aulas mais contextualizadas. Os outros dois, não menos importantes são: Júlio Furtado e Marcos Méier, igualmente admirados por mim. Professores que nos fizeram derramar lágrimas, gargalhar e voltar a ser criança, o mais importante de tudo.
Como nem tudo são flores, preciso da ajuda de vocês para me ajudar a compreender o motivo de uma universidade do porte da … aquela que também tem aqui em Goiânia, colar um cartaz desse pelo pátio e corredores:



Essa eu sei. É proibido: fumar, usar celular e brincar de polícia-ladrão
“Proibido usar a universidade como prisão penitenciária”. Daí a arma, cigarro e celular =]
@Fabiola Ariadne, @Fernando Quirino: não é por acaso que vcs dois são meus preferidos…