TOB

Postado por Priscila em 10 de fevereiro de 2009 na categoria Sem categoria
professor-maca

Troxe uma maçã para você, querida professora Helena!

Sábado de sol, aluguei um caminhão, pra levar galera pra… Nada disso.

Acordei às seis horas da manhã para mais um dia de incansável trabalho educativo. Lá fui eu, cansada, porém determinada a fazer com que tudo acabasse cedo para que eu pudesse me dirigir até à casa de bronzeamento que estou freqüentando para ficar com cor de woompa loompa.

O trabalho aconteceu de forma agradável embora todos demonstrassem um enorme desejo de fugir ao som de Half Jack, menos eu, tive que manter a pose para servir de exemplo. Enfim, o trabalho terminou na hora marcada e algumas pessoas me convidaram para ir até um bar tomar umazinha para batizar uma nova funcionária que havia chegado. Foi quando eu pensei: “ nossa, eles não me batizaram”. Pelo bem e pela união da equipe lá fui eu. Utilizei o meu poder de superior e pedi uma carona. Pedido esse que foi prontamente atendido pelas colegas.

Chegando ao bar notei que o lugar era bem simplório, embora não me importe com isso, pois já fui assídua freqüentadora do bar da Cida na Rua 8. Para quem conhece o lugar não precisa dizer mais nada. Para quem não conhece, maiores informações com o colega Gump.

Disse logo que não bebia nada de álcool, mas uma colega, até então a única que sempre teve afeição por mim, foi logo me enfiando um copo daquele líquido que desce redondo e que faz com que os homens nos esqueçam nos dias de futebol, goela abaixo. Me revelei. Bebi, bebi… Se eu pudesse eu matava era mil.

Meu telefone toca. A chamada de sempre: Fabíola . Convidei-a para o evento que rapidamente ela nomeou de TOB ( Teachers on beer). Ela aceitou o convite depois que eu disse que teria Narguile (objeto esse que motivou muitas de nossas indignações nos bares chiquezinhos de Gyn City).

Uma verdade é certa: a bebida entra, a verdade sai. Como entrou muita bebida em uma colega, ela pariu a verdade. Resolveu dizer que me odiava, me achava uma bruxa malvada do tipo Meryl Streep em O Diabo veste Prada. Infelizmente não tenho os Pradas, como vocês já sabem só uso Manolos, mas graças à fada dos dentes, santa esta que sou devota, não tenho ainda os cabelos brancos da atriz. Queridos, pensem num climão para todos os presentes na mesa do singelo bar… Menos pra mim, que recebi tudo com muita naturalidade dizendo que eu sabia disso, já que tinha consciência de que contribuí para que esse sentimento fosse ganhando força com o passar dos meses e dos comentários provocativos. O melhor de tudo foi que ela pode compreender que não era nada pessoal e que sua permanência na equipe evidenciou que ela suporta pressão. Não admito ataque de mulherzinhas, do tipo que primeiro grita, depois chora e por último sai correndo. Nesse ponto admiro muito os homens, eles conseguem manter a pose diante de um superior.

Depois brindamos, tiramos fotos e agora gostamos sim uma da outra, eu até a admiro pela coragem, sinceridade e paciência para me suportar, embora a Fabíola tenha dito que ela é chata pra caralho. Discordo.

Depois de tantas emoções fui resgatada, alimentada, higienizada e transportada por minha companheira de blog até outro bar para o encontro do NOB. Minha cabeça parecia explodir. Tenho certeza que a proletária batizou a cerveja e tudo foi apenas encenação da sua parte. Mas, como tenho amigos de verdade, e o Mestrezen é um deles, fui presenteada com uma Neosaldina e vinte minutos depois já estava pronta para outro TOB, digo NOB.

E assim vou seguindo, em alguma coisa on beer. Até o próximo.

Ah, desejo que vocês tenham chefes tão maravilhosos como eu! É mentira!

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7 Comentários

Fernando Quirino
10 de fevereiro de 2009 à(s) 16:44 hora(s)

É mesmo, tá me devendo 2,70 de Neosaldina ahuahuhauahuahu
brincadeira

Não acredito que deixou de fora o carro hollywoodiano que invadiu a farmácia. Se tivesse dito que era na perseguição a um terrorista eu teria acreditado, tamanha a teatralidade da situação.

Seus textos tão cada vez melhores. Mas a parte de você ser excessivamente magnânima não ficou legal, isso não lhe cai bem. Cadê a língua afiada. Faltou um “You’re motha is so fat, that…” hauhauhauhau
=******
e dá o troco na bitch


 
nubia
10 de fevereiro de 2009 à(s) 19:21 hora(s)

Sair de uma situação com classe, não tem preço!

beijão


 
Priscilla Linconl
10 de fevereiro de 2009 à(s) 21:04 hora(s)

@Fernando Quirino: Vou pagar os 2,70 com sangue!
Quanto às fotos do carro, fiz o favor de deletá-las num momento singular de desentendimento entre mim, a sony e o pc.
Desculpe decepcioná-lo, mas infelizmente nos momentos profissionais não posso ser a Priscila que você tanto ama.
Ah, desabafar também não combina comigo, mas no NOB eu e a Fabíola queríamos ter sentado perto de você.


 
Fernando Quirino
10 de fevereiro de 2009 à(s) 21:12 hora(s)

@Priscilla Linconl: Tinha um Léo no caminho. No caminho tinha um Léo. hauhauhauha
Se quiser economizar o sangue e pagar em “favores” eu penso em algo ;] hehehehe


 
Fabíola Ariadne
11 de fevereiro de 2009 à(s) 14:34 hora(s)

Promessa pública: nunca mais passo perto de um Narguile. Isso só serve para doer a cabeça.
@fernando Tirei fotos dignas de serem kibadas pelo DM e a senhora titular do TOB simplesmente apagou todas!


 
Fernando Quirino
11 de fevereiro de 2009 à(s) 14:48 hora(s)

PARABÉNS!!!


 
Andréia
18 de janeiro de 2010 à(s) 15:24 hora(s)

OooooOOOoo classe desunida é essa de professores hein…
hehehe


 

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