2

Os alunos de hoje!

Postado por Fabíola Ariadne em 29 de setembro de 2008 na categoria Sem categoria

Frase muito clichê: os alunos de hoje em dia não são mais como os de antigamente. Mas, estou mentindo? Não. Logicamente isso tem um lado bom e um lado ruim.

Todos ouvem com frequência notícias escabrosas do que anda acontecendo nas escolas. Uma amiga mesmo me surpreende sempre com histórias dignas de noticiário policial. Dificilmente encontraremos um professor, principalmente na rede pública, que ainda não tenha sido ameaçado. Muitos já tiveram seus carros arranhados, pneus furados ou até já foram agredidos fisicamente. Lado ruim.

Pedagogicamente não há como negar a evolução do ensino. Abolição de palmatórias, de humilhação de alunos, de castigos horrorosos. Hoje, professor que abusa da sua autoridade é imediatamente denunciado e as consequências podem chegar a esfera criminal. Ponto para a educação.

Porém, essa liberdade e conhecimento dos direitos que os alunos tem atualmente, tem levado os mesmos a ações descomedidas. Ficar sabendo de bate boca entre aluno e professor é sempre lamentável para ambas as partes. Para o professor que não soube impor sua autoridade e convicções de forma inteligente. E para o aluno que não soube respeitar a figura do professor, tampouco soube argumentar com o mesmo de forma civilizada.

Claro que isso se deve ao círculo vicioso que acompanha o Brasil desde a época que Jesuítas “educavam” índios: pobreza – educação pública falida – falta de interesse na reestruturação do ensino (tanto da sociedade quanto dos que lideram a sociedade).

A minha indignação não é de hoje, mas hoje especificamente ela aumentou um pouquinho quando vi este vídeo aqui (não posterai o vídeo no meu blog, recuso-me a hospedar esse boçal comportamento de professora e aluna).

Sinceramente, eu tenho esperanças de que as partes envolvidas na briga tenham sido punidas. Nem de forma severa, nem de forma branda, apenas justa.

Um videozinho para relaxar. Do compositor que para mim é mestre dos mestres. Uma música linda, singela, da época que quem respondia professor ficava sem lanche!

Gostou? Leia mais.

 
4

Direito

Postado por Fabíola Ariadne em 24 de setembro de 2008 na categoria Sem categoria

Eu passei cinco anos na faculdade estudando essa palavrinha, mas nunca consegui elaborar tão sapiente conceito. Veja isso:

E para você, o que é Direito?

Gostou? Leia mais.

 
2

Quanto você vale?

Postado por Fabíola Ariadne em 19 de setembro de 2008 na categoria Sem categoria
Depende de quem paga, né? Ou não?
Pra minha mãe eu não valho nada tenho preço.
Meus amigos estão me entregando por umas três garrafas de Absolut.

Meu irmão está dando troco.
Mas, para o mundo oriental tô valendo 23 camelos e nehuma cabra ou ovelha.
E você, está valendo quanto? Avalie-se aqui e conte-me tudo, não esconda nada!





Gostou? Leia mais.

 
2

Xiquito e seus paquitinhos adestrados.

Postado por Fabíola Ariadne em 14 de setembro de 2008 na categoria Sem categoria

Gente, lembram-se dos paquitos? Será que os homens, tais quais as meninas, queriam ser paquitos? Acho que não, né? Acho que preferiam ser o Jaspion, um Changeman, enfim…

Well, o que quero contar a vocês é que o site Ego deu notícias dos Paquitos. Que alguns viraram novos evangélicos tudo bem, previsível, Sorvetão que o diga. Mas, agora queimar sutiã lembranças em praça pública é nova para mim. Foi o que fez Xande Xiquito(podem rir vai). Olha o que ele disse:

“Sou o Alexandre liberto por Cristo, ex-paquito endemoniado, satanista e escravo do pecado. Vivi muitos anos de minha vida me dedicando ao inimigo, porém hoje pela graça de Deus fui liberto e salvo pelo poder do sangue de Cristo que me lavou e purificou de todo pecado”.

E tem mais, ele pertence a igreja Guerreiros de Deus! Nome muito bom para uma instituição cristã que deveria pregar a paz como rezou seu inventor. Isso me lembra as Cruzadas, mas isso é assunto para outro post.

Eu queria falar para o Xiquito Guerreiro que não adianta mais, tá feito. Ele já dançou e cantou “paquidance”, já nos proporcionou essa visão do inferno. Vai ter que pagar por isso, não tem mais jeito. Eu daria um conselho para ele: tá no inferno, abraça o capeta!

PS1: Assistam o vídeo, é impagável. Notem o espatáculo solo-artístico de cada um: são voadeiras, aberturas de pernas, plantam bananeira… Coisa linda de se ver!

PS2: Se ele era um paquito endemoniado, não duvido mais da teoria que a Xuxa vendeu a alma para o chifrudão!

Gostou? Leia mais.

 
11

Meu aniversário e os malditos traumas infantis

Postado por Fabíola Ariadne em 10 de setembro de 2008 na categoria Sem categoria

Hoje são 11 de setembro. Dia de que? Já sei, vocês vão falar: – dia dos atentados terroristas nhém nhém. Mas não é só isso, é dia do meu aniversário também. Aliás, há muito mais tempo do que o dia dos atentados.
Maldito o dia que o Sr. Osama resolveu atacar o Império Americano. Desde aquele dia em diante eu deixei de ser o centro das atenções das poucas pessoas que conheço. Todo mundo quer ver primeiro o Jornal Nacional do que cantar os parabéns para mim. Se bem que nem me importo com a tal cantoria, principalmente a parte “muitos anos de vida”, porque na verdade já não são mais tantos anos de vida. Na lógica eu acabei de completar menos um ano do resto da minha vida. Estou mais próxima do fim, das rugas e dos tombos no banheiro e escadas.

Parece que eu coleciono traumas no dia do meu aniversário. Desde pequena. Me lembro que na minha infância eu aguardava ansiosamente o dia para ganhar certos presentes. Mas, muitos deles não vieram. Por exemplo:1- Pequeno pônei: eu nunca ganhei um. Isso me traumatizou profundamente. Lembro-me da consolação: -Fabíola o que você vai fazer com esse brinquedo? Ele não faz nada, só serve de enfeite. Não, não vou te dar isso, melhor uma roupa e tá decidido!


2- Pogobol: esse eu queria muito, mas minha mãe não me deu porque eu iria cair, quebrar o braço e perder os dentes! Exatamente nessa ordem. Então eu ganhei o primo dele, aquela bola alaranjada que grudava numa espécie de cone.
3- Patins: não ganhei pelo mesmo motivo do pogobol. Mas, desse trauma eu me curei porque depois de grande eu tive um e aprendi a andar.

4-Ferrari da barbie: eu tinha muitas barbies. Todas eram lindas, menos a da bicileta, a primeira que ganhei. Nesta, eu fiz o famoso corte Chitãozinho e Xororó nos cabelos, cortei a franja arrepiada, grudei as costeletas com cola super bonder e o resto eu repiquei. Mas, eu não tinha a ferrari porque era muito cara. Então minhas barbies eram obrigadas a andar nos carrinhos do meu irmão. Aliás, minhas barbies eram guerreiras, elas atacavam o Forte Apache, chutava o Falcon e sabotava o submarino do Playmobil.

5- Walk machine: nada supera esse trauma. Eu havia pedido uma bicicleta e meu primo, que faz aniversário um dia antes de mim, ganhou um walk machine. A minha bicicleta perdeu a graça, meu sonho agora seria um walk. Meu Deus, como eu tive inveja do meu primo!

E chega de traumas infantis, pq se eu for falar deles é melhor abrir outro blog.

Na adolêscencia os traumas foram substituídos pelo medo: medo de levar ovo na escola, medo da minha mãe fazer festa com tema cor-de-rosa.

Na fase mocinha os traumas eram causados pela insensibilidade dos pretês que não lembravam do meu dia.

Entrei na faculdade e veio meu primeiro aniversário. Uma festinha em casa para os amigos e vem o Osama e decide estragar. Ninguém me olhava. A televisão era a estrela do dia. E assim, depois de anos, ela ainda rouba um pouco do meu dia.

Mas, ao menos ninguém mais esqueceu o dia do meu aniversário! E… hoje vai ter uma festa! Com televisão desligada!

PS: Lembrei-me agora de um monento infanto que me emocionava muito, mas que não deixou trauma. Era a musiquinha da Estrela no natal: …toda criança tem uma estrela dentro coração…, quem lembra? Eu sempre chorava. Assistam aí:

Gostou? Leia mais.

Copyright © 2010 Dramático e Orgástico Todos os direitos reservados. Tema feito por Laptop Geeke modificado por ZeroOitocentos.