Solidão
Postado por Fabíola Ariadne em 24 de agosto de 2008 na categoria Sem categoria
Aproveitando o comentário do Mestrezen no meu último post, compartilharei a história já twittada.
Fui almoçar com uma amiga num restaurante-bar italiano aqui em Goiânia. Restaurante bom, com preços bem salgados.
Estávamos lá, lutando com o spaghetti, quando chega um senhor-de-idade-playboy (raça em ascensão em Goiânia) com sua cadela da raça Golden Retrivier. Ele pede absinto, cerveja Xingu, energético, dois copos e um balde d’água. O cão-sem-dono bebe o absinto com energético, serve a Xingu em dois copos e a cachorra bebe toda a água. Em seguida o playdog determina que a cadela sente-se na cadeira, o que ela, como toda boa fêmea, obedece imediatamente. Não antes de sacudir sua imensa boca.
Juuuuuro gente.
Claro que tirei uma foto:
Isso seria solidão, loucura ou exibicionismo mesmo?
Desde quando é normal levar cachorro para bar? Ele nem era cego! (ok, essa foi péssima).
Fiquei com dó da Samantha (the dog). Tanto pelo nome quanto pela idade. Ela já é bem velhinha, uma senhora que tolera uma pessoa que ultrapassou a tênue linha do bom senso.
Fui almoçar com uma amiga num restaurante-bar italiano aqui em Goiânia. Restaurante bom, com preços bem salgados.
Estávamos lá, lutando com o spaghetti, quando chega um senhor-de-idade-playboy (raça em ascensão em Goiânia) com sua cadela da raça Golden Retrivier. Ele pede absinto, cerveja Xingu, energético, dois copos e um balde d’água. O cão-sem-dono bebe o absinto com energético, serve a Xingu em dois copos e a cachorra bebe toda a água. Em seguida o playdog determina que a cadela sente-se na cadeira, o que ela, como toda boa fêmea, obedece imediatamente. Não antes de sacudir sua imensa boca.
Juuuuuro gente.
Claro que tirei uma foto:
Isso seria solidão, loucura ou exibicionismo mesmo?Desde quando é normal levar cachorro para bar? Ele nem era cego! (ok, essa foi péssima).
Fiquei com dó da Samantha (the dog). Tanto pelo nome quanto pela idade. Ela já é bem velhinha, uma senhora que tolera uma pessoa que ultrapassou a tênue linha do bom senso.
Trilha sonora: Waldick Soriano em “Eu não sou cachorro não”.


Fico entre a loucura e exibicionismo. Solidão não pode ser, já que é um “senhor-de-idade-playboy”, na city não falta companhia [ou companheira, ou ainda acompanhante] em potencial.
Mesmo que a prática se torne normal, [levar os dogs pra balada], tenho certeza que não me deixarão entrar com o Zeus [pit bull] em nenhum lugar pra tomar um Jack Daniel´s =D
A tristeza da cachorra fala por sí, o dono é lelé mesmo…Inda bem que você documentou senão eu não acreditava O.o Cara sem noção. Mas essa raça realmente está em ascenção na city. É a evolução né? Antigamente tinha muito playboy, agora tem muito “play-velho”
@r3is
Se você estacionar num porsche, for beber shivas e tiver com monte de grife, eles deixam entrar pitbul, doberman, labrador, o q vc quiser huahauhauah
Fico com o exibicionismo, sem sombra de duvidas.
E olha a carinha dela…
Crueldade ao extremo fazer isso com um animal.