Postado por Fabíola Ariadne em 8 de agosto de 2008 na categoria
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Mais uma vez o mundo não acabou. Ótimo, ainda tenho muito a falar.
Quando eu era pequena o Apocalipse me tirava o sono, me gelava a barriga e me fazia rezar todas as noites pra Jesus Cristo não deixar o mundo acabar na virada do milênio. Eu acreditava piamente que tudo acabaria em 1999, com trombetas, capetas e muito fogo. A cada ano que passava meu medo crescia.
Mas, eu não me lembro nem do dia nem a forma como eu parei de ter esse medo. Só sei que não tenho mais. Aliás, eu prefiro que o mundo acabe e que sumamos todos nós juntos do que só eu sumir. Sim, eu tenho medo de morrer!
P.S: Se quiser saber mais sobre o motivo da possibilidade do fim do mundo ter sido hoje clique aqui.
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Postado por Fabíola Ariadne em 7 de agosto de 2008 na categoria
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Passei alguns dias em Pernambuco, terra do meu querido e quase ‘convertido do funk” Ariano Suassuna. Ah, e também do Alceu Valença, cantor que adoro e me faz quase enrolar a língua tentando cantar Papagaio do Futuro!
Well, desta vez estive só em Recife. Já tinha passado por lá uma vez, quando fiquei 15 dias em Porto de Galinhas (metade desses dias foram de chuva!). Porém, agora fiquei na cidade de Recife mesmo, em Boa Viagem. A impressão que eu tinha era que a cidade era linda e bem rica, porque daquela primeira vez que fui, andei somente pela orla de Boa Viagem (que ostenta em sua paisagem prédios dignos de Miame Beach )e o Centro Histórico. Porém, desta última vez pude conhecer toda a cidade e fiquei pasma com a gritante desigualdade social. Não muito distante da orla, barracos feitos de barro ou lona disputam espaço com casebres históricos. Não que na minha cidade não tenha pobreza, mas a impressão que tive é que os pobres daqui são mais ricos que os pobres de lá, os pobres da terra do nosso presidente. Uma pena, pois uma cidade que com certeza gera muita riqueza não deveria tratar seus cidadãos com tanto descaso. Mas o futuro depende desses eleitores e as eleições municipais estão aí!
Quanto a cultura não pude aproveitar muito. Fui a trabalho, logo passei o dia ocupada. Mas pude sair um dia a noite. Fui, juntamente com os colegas do trabalho, para uma tal Sala de Reboco, bar e “comedoria”. Quase googlei a tal sala para saber do que se tratava, mas resolvi arriscar e entrei no ônibus que nos levaria. Dentro do veículo rolava Calcinha Preta! Pensei: God, será que vão descobrir que a goiana aqui não sabe dançar forró?
Ainda bem que não googlei a tal casa de show a qual fomos. Porque se tivesse visto a foto da entrada da casa eu não iria com certeza. Coisa simples, com portão de casa de vó, cercada por casebres e ambulantes vendendo milho cozido e pinga. Entrei e pedi o cardápio: guisado de bode, espetinho de bode…bode, bode, bode. Uau! Eu morrendo de fome pedi um espetinho, mas de frango. E a banda começou a tocar. Para minha surpresa não era nada do gênero calipso, era um forró mais brando, pé-de-serra. Tomei uma caipirinha (R$2,50 pira?) e fui conhecer a tal sala.
Muito legal. A casa é simples, de arquitetura regional, do sertão do nordeste mesmo, com explicação do nome descrita numa parede, banheiros para “fêmeas” e “machos” (escrito desse jeitinho mesmo) e pessoas animadas e simpáticas.
Atrevi até a “arrastar o pé”. Conheci umas pessoas bacanas e fui embora lá pelas 4 da manhã, bem depois do ônibus ter partido com as cinderelas (meus colegas foram embora à meia-noite). Pobre de quem foi embora tão cedo. Porque o “trem” pega fogo às duas horas. Todo mundo dançando e cantando. Foi muito bom.
Portanto, caros leitores, cuidado com os pré-conceitos. Quando estiverem em lugares novos arrisquem-se um pouquinho pois a surpresa pode ser boa. A minha foi!
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Postado por Fabíola Ariadne em 5 de agosto de 2008 na categoria
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Êeee. Demorei a postar fatos bizarros, mas este vale por todos. Olha a manchete:
Cocô gigante sai voando e deixa cidade sem energia na Suíça.Detalhe para o fato que a merda fez: quebrou o vidro antes de escapar!
Sorte dos suíços que por lá as xiiiti vôam, porque aqui no Brasil elas andam e param debaixo do sapato ou no Congresso.
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