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O fuxico do blogyn

Postado por Fabíola Ariadne em 30 de agosto de 2008 na categoria Sem categoria

E rolou outro encontro do blogyn. E quem não foi perdeu. Aliás, como eu havia ameaçado, os faltosos perderão seus seguidores no Twitter.

Como diria Mestre Zen(vulgo Fernando) a diretoria compareceu. No caso, a diretoria é composta por ele e eu, os únicos que nunca faltam aos encontros.

Eu, como sempre, fui a primeira a chegar. Fiquei lá meia hora sozinha fazendo cara de paisagem. Liguei para o Gump (vulgo Christian) que não me atendeu. Depois, para o Mestre Zen que disse que em meia horinha chegaria. Mas, a segunda estrela do blogyn a chegar foi a Nubibella(vulgo Núbia), às sete e meia. Ficamos conversando sobre Templates, HTML, CSS e o do novo desenho de Star Wars. Mas, tivemos que interromper esses assuntos com a chegada do Gobr (vulgo Diego) já que não queríamos excluí-lo do papo (ele não entende nada disso).

O curioso foi que o Gobr chegou com duas revistinhas de mangás para mostrar para a Café com clichê (vulgo Laura) que não foi. Foi então que tive a brilhante idéia de fazer das revistinhas um viral do blogyn, o viral do cerrado. Olha que moderno:

E o primeiro a ser contatado com o viral foi o Cafeicultura (vulgo Luis Gustavo). Logo em seguida o Web4u (vulgo Fred), seguido pelo Mestre “uma horinha” depois.

A conversa rendeu. Descobrimos que o Gobr criou vários fakes para animar a comunidade do blogyn, foi levantada a suspeita do @marcussilva ser um fake e , claro, várias teorias sobre “aquilo que não pode ser pronunciado”.

Outra pessoa que apareceu um pouco mais tarde foi o Umtudo (vulgo Leonardo), o Sauron do Cerrado, aquele que tudo vê. Mas seu atraso foi aceito, pois o mesmo estava participando de uma causa nobre, o Mc Dia Feliz. Daí surgiu a idéia do blogyn patrocinar a nobre causa. Fomos todos, ao som de Polegar, para o Mc Donalds comer um big mac, que neste momento é a causa do meu mal-estar estomacal.

Como havia sobrado seis reais da conta do barcamp, decidimos realizar outra insigne ação: comprar um big mac para ajudar o Hospital do Câncer e doar o sanduba para algum faminto na cidade. O que foi feito. E, para não levantarem suspeitas sobre a caridade, o momento da entrega foi registrado. Eis o Mestre Jedi em seu sublime ato de caridade:
Mas o ponto alto da noite contou com a participação do faltoso Superafim (vulgo Tiago Álvares).
O mestre ligou para esta pessoa singular, meu personal nerd e travou o seguinte diálogo:
-E aí Tiago, beleza? Aqui é o Mestre Zen.
-Oi. Beleza.
-Seguinte. Estávamos no barcamp e decidimos tomar umas em outro lugar. Compramos algumas bebidas e estávamos pensando em ir para sua casa já que você mora sozinho.

MOMENTO DE TENSÃO. SILÊNCIO.

-Ih, não vai dar não, estou na casa de uma amiga.

RISADAS ORGÁSTICAS

-Pegadinha do Malandro, salci fufu.

É! O Álvares não foi, mas após a participação no melhor da noite foi perdoado e continuará com todos os seus seguidores.
E foi isso. O encontro foi ótimo. Quem não foi, como sempre, perdeu a oportunidade de passar bons momentos com pessoas bacanas e ilustres. E agora resta a pergunta: Quando será o próximo encontro?

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Solidão

Postado por Fabíola Ariadne em 24 de agosto de 2008 na categoria Sem categoria
Aproveitando o comentário do Mestrezen no meu último post, compartilharei a história já twittada.
Fui almoçar com uma amiga num restaurante-bar italiano aqui em Goiânia. Restaurante bom, com preços bem salgados.
Estávamos lá, lutando com o spaghetti, quando chega um senhor-de-idade-playboy (raça em ascensão em Goiânia) com sua cadela da raça Golden Retrivier. Ele pede absinto, cerveja Xingu, energético, dois copos e um balde d’água. O cão-sem-dono bebe o absinto com energético, serve a Xingu em dois copos e a cachorra bebe toda a água. Em seguida o playdog determina que a cadela sente-se na cadeira, o que ela, como toda boa fêmea, obedece imediatamente.
Não antes de sacudir sua imensa boca.
Juuuuuro gente.
Claro que tirei uma foto:
Isso seria solidão, loucura ou exibicionismo mesmo?
Desde quando é normal levar cachorro para bar? Ele nem era cego! (ok, essa foi péssima).
Fiquei com dó da Samantha (the dog). Tanto pelo nome quanto pela idade. Ela já é bem velhinha, uma senhora que tolera uma pessoa que ultrapassou a tênue linha do bom senso.

Trilha sonora: Waldick Soriano em “Eu não sou cachorro não”.

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Serotonina e dopamina lá em cima!

Postado por Fabíola Ariadne em 21 de agosto de 2008 na categoria Sem categoria
Eu estou feliz. Simplesmente estou. Não fiquei rica, não tive aumento, não encontrei minha alma gêmea, nem comprei um sapato novo. Mas estou feliz.
Faz tempo que não me sentia feliz só por existir. Geralmente tenho momentos felizes, sempre causados por novidades. Mas hoje não, mesmo tendo mil problemas para solucionar, mil pessoas querendo minha pele, dívidas a vencer e estou, literalmente, me lascando para tudo isso. Oras, estou FELIZ! E minha felicidade merece um post!

PS: Merece também trilha sonora. Dona felicidade, música da época em que ser feliz era estado permanente.

Clip da música:

E outro aqui, do programa do Chacrinha.

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Não se preocupem, eu tenho um plano!

Postado por Fabíola Ariadne em 12 de agosto de 2008 na categoria Sem categoria

Será que só eu tenho planos B nas mangas? Tive um plano B nesta minha última viagem e quase o coloquei em prática. É que meu vôo ia fazer conexão em São Paulo e aproveitando que era final de semana resolvi ficar por lá, para passear um pouco. Porém, eu perderia minha passagem do trecho São Paulo-Goiânia pois não havia a possibilidade de adiá-la sem ter que passar por uma buRRocracia danada. E nem havia como, também, despachar minha bagagem para Sampa porque o “Sistema” não permitia. Resultado: ou minha mala iria para Goiânia ou teria que levá-la comigo. É a chamada logística!
Sabendo disso, levei uma malinha extra para colocar as coisas que usaria na Paulicéia Desvairada e meu colega de trabalho pegaria minha malona em Goiânia. Contudo, na hora do check-in a minha mala de mão excedeu em dois quilos e o balconista da Tam não queria deixar eu levá-la na mão.
Gente, eu fiz um sacríficio enorme para que minhas coisas coubessem naquela maleta, mas só cinco quilos não deu. Eu pedi, implorei, expliquei a situação e nada. Então saquei meu plano B:
Abri a maleta e falei que iria vestir todas as minhas roupas, uma por cima da outra e deixaria na mala somente as peças íntimas e os sapatos, pois assim o peso daria certo. E comecei a vestir a primeira blusa.
Bom, diante de uma possível visão do inferno (eu vestida de calça jeans, com duas blusas, dois vestidos, sendo um balonê e botas cano alto) o atendente sucumbiu ao peso de minha mala e autorizou meu embarque portando meus sete quilos na mão. E lá fui eu, feliz da vida para sampa!

Ah! E a viagem foi ótima. Conheci pessoas incríveis.

P.S: só para constar mais dois exemplos de planos B:

1º – Comprei um colchão maravilhoso e dei o meu antigo para alguém(nem lembro quem). Esse alguém buscou o velho no mesmo dia que estava marcada a entrega do novo. Só que a loja foi entregar o novo após às dezesseis horas, horário que a síndica do prédio que eu morava estabeleceu para a proibição de entregas de mercadorias. Quando o caminhão com meu colchão chegou não deixaram os chapas entregar. E não adiantou eu lamuriar que não tinha onde dormir, vetaram a entrada mesmo. Sabe o que fiz? Plano B: peguei meu carro, saí na rua, coloquei o colchão em cima do carro e dois chapas nos bancos, um no banco do acompanhante e outro no banco de trás, para segurar meu colchãozinho por fora e entrei na garagem. E a síndica ficou imóvel ao lado do guardinha me olhando perplexada!

2º- Tinha 17 anos e meu pretê iria numa festa fantástica na melhor boate da cidade. Só que a minha entrada era vetada por causa da minha idade. Mas mesmo assim, às dez horas da noite lá estava essa que vos escreve na fila da tal boate. Quando chegou minha vez de entrar falei que havia esquecido minha identidade. Não colou, claro, então chamei o gerente e comecei a falar com sotaque gaúcho: bah, queria conhecer a melhor boaTE(enfatizando o TE, igual a leiTE quenTE) do centro-oesTE, mas esqueci meus documentos. Não queria voltar lá para o sul sem conhecer esta boaTE. Me disseram que ela é TRI né?!… E lá foi a goianinha que fala porrrrrta ter seu coração partido ao ver o pretê com outra! Podia ter ficado em casa estudando pra prova de Direito Penal que teria no dia seguinte que acabou não acontecendo porque pegou fogo na cantina da faculdade. Sim, eu tinha sorte!

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Dia dos pais

Postado por Fabíola Ariadne em 10 de agosto de 2008 na categoria Sem categoria
Hoje é dia dos pais. E o meu é o melhor. Pra mim,todos os dias são dele. Amo muito meu paizão e afirmo categoricamente que não há uma pessoa que o conheça e não goste dele. A gente se dá muito bem, tá certo que de vez em quando rola umas discussões mais acaloradas, mas nada do que um berro da minha mãe não acalme.

Todo dia que saio com meu pai eu morro de rir. Ontem saímos para fazermos umas compras, olhem as pérolas:

  1. Ele já saiu de casa errado: com uma camiseta do Goiânia Futebol Clube, time da capital que já foi bom e famoso e hoje deve jogar na 3ª divisão do campeonatao estadual… Aliás, só sei que joga porque ontem ele queria que minha mãe o acompanhasse até Inhumas (cidade vizinha de Goiânia, uns 60Km de distância eu acho) para assistir um jogo do timão dele! Claro que ela não foi, nem ele!
  2. Depois minha mãe foi na M. Martan comprar umas roupas de camas e meu pai soltou a seguinte piadinha perto de uma vendedora: -Nossa, quase erraram o nome dessa loja, era pra ser Marmota… Aí a vendedora que não entendeu a “piada” foi explicar que não houve um “quase erro”, que era o sobrenome dos donos da loja…
  3. Logo em seguida dirigiram-se para uma loja de sapatos na qual minha mãe comprou uma bota. Na hora que ela estava no caixa pagando, eis que surge meu pai que fala: -Pra que vc ta comprando uma bota se a gente nem tem fazenda?!!!
  4. E por último, passamos num pet-shop. Há um mês meu pai me deu uma cachorrinha da raça shitzu e como a ração dela havia acabado, fomos comprar. Chegando lá ele fez uma pergunta bem enfática: -Tem aquela ração especial para cachorros da raça jiu-jitsu?
Gente, eu me divirto horrores com meu pai. Ele é o mais figura, divertido e cômico pai que pode existir. É o seu Gustavo, meu paizão, que me orgulho tanto!!!

Sempre me espelhei nele, na sua ética, na sua bondade, no seu respeito. Nunca vou esquecer da nossa conversa depois do meu primeiro dia de aula na faculdade na qual ele também se formou. Seus olhos brilhavam, sua emoção me comovia. Genuinamente orgulhoso de sua primogênita!

Espero sempre honrar o pai que Deus me deu.

Papis, te amo viu!!!

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