Ariano Suassuna
Postado por Fabíola Ariadne em 18 de julho de 2008 na categoria Sem categoria
Confesso que a única obra que já li deste escritor foi o Auto da Compadecida em 1998, aliás, 1998 foi a primeira vez que li o livro, porque deste ano em diante já devo ter relido umas dez vezes. Quando comprei a obra pensei que fosse do estilo daqueles textos do Arcadismo, Barroco, enfim, de alguma escola literária de mil anos atrás que nos enfiam goela abaixo no colegial. Ledo engano.
O Auto da Compadecida era a primeira obra da lista dos oito livros que caíria no vestibular daquele ano na Universidade Federal de Goiás, logo era leitura obrigatória. Então, em um dia da semana do carnaval(que passei estudando), logo após o almoço, dirige-me a biblioteca para começar a leitura do tal livro(sim, eu passava o dia no colégio!). E comecei a ler e fui ficando vidrada. Ouvi uns trocentos -shishhhhhhh, silêncio! -pois não conseguia parar de rir. Naquela época a Globo ainda não havia produzido a minissérie, salvo engano a mesma foi exibida uns 10 meses depois e logo em seguida transformada em filme. Aliás, a minissérie foi ótima, com uma maravilhosa atuação do Nachtergaele, porém, acredito que ninguém deve se furtar de ler o livro, escrito em forma de peça teatral, para se contentar somente com o filme ou a série. Ao ler a peça, a imaginação fervilha e torna as imagens que produzimos mentalmente em realidade, com uma dinâmica que nos provoca gargalhadas homéricas!
E assim fui lendo, na biblioteca, no carro e na cama a noite. Em um dia devorei o livro e despertei a vontade de muita gente que estava por perto de mim de ler o livro.
Agora, dez anos depois, o velhinho Suassuna me mata de rir novamente. Ele participou de um seminário em São Paulo e contou a história de um jovem querendo “convertê-lo” a gostar de funk. A história é ótima e melhor ainda foi o funk que o Jacaré Banguela e Bobagento fizeram dos relatos do velhinho Suassuna. Os vídeos são sucesso no youtube. Assistam, vale a pena!
O Auto da Compadecida era a primeira obra da lista dos oito livros que caíria no vestibular daquele ano na Universidade Federal de Goiás, logo era leitura obrigatória. Então, em um dia da semana do carnaval(que passei estudando), logo após o almoço, dirige-me a biblioteca para começar a leitura do tal livro(sim, eu passava o dia no colégio!). E comecei a ler e fui ficando vidrada. Ouvi uns trocentos -shishhhhhhh, silêncio! -pois não conseguia parar de rir. Naquela época a Globo ainda não havia produzido a minissérie, salvo engano a mesma foi exibida uns 10 meses depois e logo em seguida transformada em filme. Aliás, a minissérie foi ótima, com uma maravilhosa atuação do Nachtergaele, porém, acredito que ninguém deve se furtar de ler o livro, escrito em forma de peça teatral, para se contentar somente com o filme ou a série. Ao ler a peça, a imaginação fervilha e torna as imagens que produzimos mentalmente em realidade, com uma dinâmica que nos provoca gargalhadas homéricas!
E assim fui lendo, na biblioteca, no carro e na cama a noite. Em um dia devorei o livro e despertei a vontade de muita gente que estava por perto de mim de ler o livro.
Agora, dez anos depois, o velhinho Suassuna me mata de rir novamente. Ele participou de um seminário em São Paulo e contou a história de um jovem querendo “convertê-lo” a gostar de funk. A história é ótima e melhor ainda foi o funk que o Jacaré Banguela e Bobagento fizeram dos relatos do velhinho Suassuna. Os vídeos são sucesso no youtube. Assistam, vale a pena!


Olá moça do blog cor de rosa,
Li o seu texto (foi recomendado por uma tal Fabíola, conhece?!)e só tenho uma coisa a dizer: “um cavalo morto é um animal sem vida”..haha..brincadeira. Guardo um carinho especial pelo velhinho de aparência e voz angelicais, e um sotaque delicioso..o Auto da Compadecida foi o único filme brasileiro que eu gostei até hj..como não fujo à raça, insisto e não desisto..mas confesso que somente a obra do Ariano me fez AMAR João Grilo e companhia..e repetir a dose mais de três vezes…’só sei que foi assim’.
Sam
Torcedor ilustre do não tão nobre Sport de Recife (pois sou corinthiano), Suassuna possui uma mística ao seu redor: a mística do humor intelectual! Enquanto leigos (alguns nem tanto) julgam Coelho um mago – talvez devido a sua publicidade e ligação com a política, estes mesmos esquecem do mestre nordestino, o cabra da peste: Suassuna. Longe dos seus anos mais jovens, o ex-ministro da cultura de Pernambuco, ainda desperta um interesse subliminar em seus leitores e admiradores! Gostei do texto Fabíola, bjos, Anderson Rios