Beleza x Inteligência
Postado por Fabíola Ariadne em 19 de junho de 2008 na categoria Sem categoria
Dêem uma olhada nisso.
É uma pena que ainda exista estereótipos em relação a beleza e inteligência feminina. É preciso ser feia, gorda e mal vestida para ser inteligente? Ou é preciso falar e escrever errado, não entender as piadas, não estudar e não saber nada sobre política, física ou química para ser bonita? Por que tantos rótulos? Freqüentemente ouço frases do tipo “nossa, além de bonita é inteligente?” e o pior é que quem fala pensa que está me elogiando! Coitado, só faz transparecer seu preconceito! Por isso postei o link da notícia em que uma mulher bonita, gostosona, do tipo que seria capa (ou já foi, não sei) da Playboy teve a competência para produzir uma boa redação e faturou um prêmio que é meu sonho de consumo. Note que além de ter ganho a promoção, a coleguinha do Huck está se formando em Direito pela UFRJ e em breve poderá ser uma Juíza, Procuradora da República ou uma competente Advogada! Mordam a língua preconceituososssssss!
É uma pena que ainda exista estereótipos em relação a beleza e inteligência feminina. É preciso ser feia, gorda e mal vestida para ser inteligente? Ou é preciso falar e escrever errado, não entender as piadas, não estudar e não saber nada sobre política, física ou química para ser bonita? Por que tantos rótulos? Freqüentemente ouço frases do tipo “nossa, além de bonita é inteligente?” e o pior é que quem fala pensa que está me elogiando! Coitado, só faz transparecer seu preconceito! Por isso postei o link da notícia em que uma mulher bonita, gostosona, do tipo que seria capa (ou já foi, não sei) da Playboy teve a competência para produzir uma boa redação e faturou um prêmio que é meu sonho de consumo. Note que além de ter ganho a promoção, a coleguinha do Huck está se formando em Direito pela UFRJ e em breve poderá ser uma Juíza, Procuradora da República ou uma competente Advogada! Mordam a língua preconceituososssssss!


Olha moça, certa vez cometi a infelicidade de comentar para minha irmã sobre uma moça que vi manobrando uma moto com tamanha desenvoltura que acabei dizendo: “ela dirigia a moto feito um homem”
A dona minha irmã, das ciências sociais, quase acabou comigo acusando-me de preconceitos e rotulações. Aprendi. Mas até aquele momento minha única “referência” era a de manobras do tipo vindas de homens, ao menos era o que a mídia até então me mostrava.
Cabeças pequenas, mundos pequenos, poucas experiências, pouco conhecimento dá nisso.